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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Por Que Não Guardar Objetos de Pessoas Falecidas

Conforme passaram os anos vivenciei muitas experiências interessantes, muita gente me procurou com todo tipo de problema e conforme o tempo vai passando acabamos vendo padrões que desencadeiam problemas espirituais. Uma das ocorrências mais comuns de problemas é ter objetos de pessoas falecidas em casa, existem vários meios de objetos de pessoas falecidas trazerem problemas, uma boa parte dos casos tem a ver com o falecido ser muito materialista e gostar do objeto, em outros casos o objeto serve para o espírito do falecido ficar ancorado no lugar, o que geralmente trás muito desconforto pros moradores da casa.

O relato mais antigo que tenho foi quando fui procurado por um rapaz que vou chamar de S., que se queixava de ter dificuldades para trabalhar pois não conseguia se concentrar para fazer seu trabalho, ele explicou que trabalhava em casa porém depois de algum tempo não conseguia mais trabalhar e ficava angustiado enquanto tentava, entrava em um estado que só conseguia sair quando ingeria bebidas alcoólicas, o que já estava virando rotina para ele.

Eu procurei tentar ajudar dizendo para que o mesmo desse comandos mentais "ordenando" que se focasse, porém, ele disse que o caso dele era diferente, pois sempre teve concentração para fazer seu trabalho mas partir de um tempo não conseguia ficar 5 minutos concentrado.

Na época eu não tinha muita experiência com esses tipos de problemas, apesar disso eu não achava que o problema tinha algum cunho espiritual, mas devido a certeza do rapaz de que era algo externo procurei fazer algumas perguntas, por exemplo, se ele tinha mediunidade aflorada, se a data que os problemas começaram batia com algum lugar que ele visitou entre outras perguntas, mas nada esclarecia o que acontecia com ele, perguntei se ele ficava muito na casa, pois isso poderia ser origem do estresse, ele disse que ficava o dia todo para trabalhar no seu projeto, falei que podia ser a energia da casa que estava estagnada e sugeri fazer uma limpeza na casa, colocar plantas no ambiente e sair um pouco da casa e tomar algum sol.

Enquanto passava as instruções, S. disse que lembrou que ficou alguns dias na casa do seu irmão e conseguiu trabalhar perfeitamente, porém quando voltou pra casa já ficou com vontade de beber.

S. disse que não ia conseguir limpar a casa toda, pois havia um quartinho que era do seu pai e perguntou se objetos de parentes podiam influenciar, perguntei que objetos e ele disse que eram xícaras e bules que o o tio dele havia dado para o pai dele e que nada do tio dele dava certo e que sempre o mesmo sempre teve problemas financeiros e mesmo gostando muito do tio, não se sentia bem na casa dele.

Eu disse que apesar disso, não fazia muito sentido, e que se fosse objeto de alguém já morto os objetos pudessem ser levados em conta. Foi ai que S. explicou que os objetos eram da sua falecida avó, que teve atritos com o pai dele quando o mesmo resolveu morar fora do país a trabalho e que a velha vivia rezando para que o mesmo voltasse.
S. também achou interessante contar que a casa que vivia agora foi a casa dos seus falecidos avós, que apesar de casados se odiavam bastante, outro fato era que o avô enquanto era vivo gostava de juntar porcarias sem utilidade que estavam na casa até hoje.

Recomendei a S. que limpasse a casa e colocasse plantas, como não podia jogar os objetos da avô fora, falei que colocasse saquinhos de sal junto aos objetos e S. nunca mais voltou para se queixar dos problemas de novo.

Obs: Apesar do título do texto, não quero dizer que objetos dos nossos entes queridos devem ser jogadas fora. O que quero explicar é que como foi dito antes em alguns casos os objetos podem servir de elo energético entre espíritos e um determinado ambiente, por isso se deve ter cuidado com o que se leva para casa. Se o antigo e falecido morador da casa permanecer lá, limpezas com água e sal grosso podem ajudar, além de limpezas e mudanças no ambiente podem ajudar a resolver a questão já que ocorreria uma mudança na vibração do ambiente.

7 comentários :

  1. Que interessante. Nunca parei para pensar nisso... Meu pai é falecido e tenho algumas coisas dele em casa, apesar de nunca ter acontecido nada, vou ficar atenta. É sempre bom manter um olho nessas coisas e fazer uma limpeza antes de usá-las. ^^ Obrigada por compartilhar!

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  2. Saudações Fraternais,

    Clarividência. Objetos podem reter ou emitir conhecimento e, desta forma, podem servir como instrumentos benéficos ou maléficos a partir da mente coaguladora. Que raios isso quer dizer?

    A mente perceptiva (de percepção, perceber) pode depositar e retirar de objetos informações em nível quântico. Seria a energização, se o termo já não tivesse caducado pela sua má utilização. O filtro central para adquirir ou embutir conhecimento em algo atua de maneira involuntária, mas baseado em sua memória, ou seja, o que ela quer não quer aprender/ensinar. É como se ela fosse treinada, assim como no filme Inception (A Origem), só que com questões de clarividência.

    A mente receptiva (de recepção, receber) pode tão somente acumular o que se encontra impregnado num objeto, sendo esta uma mentalidade vítima ou refém. Isso se deve ao fato to total fechamento para assuntos desta natureza. Ou seja, é como se ao abrir as portas totalmente para questões meramente físicas, as portas para tudo que advém da espiritualidade se fechassem por completo. Você poderia se perguntar: desta forma, qual seria a interferência dos objetos? Toda! E pior, se alguém fecha as portas para assuntos espirituais, que possuem filtros espiritual, mas abre totalmente as portas para questões materiais, que não possuem filtros espirituais, está fazendo com que assuntos espirituais encontrem a brecha errada para entrar em seu mundo mental. Assim, os assuntos espirituais são interpretados equivocadamente pelos filtros materiais - e por isso, no caso concreto, a pessoa tendia a resolver seus problemas com matéria!

    O assunto é complexo, mas cabe ser pormenorizado futuramente.

    Continue postando!

    Paz Profunda.

    P.s. Interessante, Yuri, você se identificar (em seu avatar) com o personagem do FMA. Diz muito sobre os seus textos.

    Enquirídio
    A Epítome Ontológica Universal
    http://www.enquiridio.org

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  3. Yuri meus parabéns pelo site, nem sei como cheguei até aqui, é muito bom ver um site não tendencioso e que informe tudo de forma clara e limpa, continue com o ótimo trabalho. Abraço!
    -Anderson

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