Dando continuidade ao assunto sobre Templo Astral vou fazer um pouco mais sobre o tema, se você ainda não leu o primeiro artigo sobre o Templo Astral, é só clicar no link e começar por lá, o artigo apesar de resumido considero bem completo.
Vou fazer de algumas práticas que faço no templo astral e detalhar já algumas ditas no texto anterior.
Algo que gosto muito de fazer é conversar por lá, geralmente você pode pegar e colocar lá figuras arquetípicas que você conhece, por exemplo, no meu templo astral existe uma personificação de Thoth que eu converso as vezes e outras figuras que tem grande significado simbólico para mim e não são necessariamente deuses, claro que todos são extensões da minha mente, mas isso não impede de ter conversas interessantes e até elucidativas.
A prática de carregar sigilos também pode ser feita no templo astral de ilimitadas formas, basta visualizar o sigilo que você criou no templo astral, você pode fazer o lançamento dele da forma que achar mais interessante, por exemplo fazer uma fogueira enorme e deixar o sigilo absorver todo fogo.
Existem métodos hard que exigem muita concentração como meditar dentro do templo astral, fazer algum tipo de divinação dentro dele ou até mesmo jogar xadrez.
Como foi dito no primeiro texto você também pode personificar seus medos, traumas e vícios em criaturas e destruí-los ou também até conversar com eles tentando entender suas origens e amenizar seus efeitos.
Assim como todo ocultista deve dar atenção aos sonhos, tudo que aparecer no templo astral é um símbolo que tem algum significado, descobrir o significado ocorre só por observação, estudo e autoconhecimento, pois um cachorro para para uma pessoa como eu, tem um significado diferente do que vai ter para alguém que foi atacado por um cão quando era criança. Por isso é bom sempre ou ao menos em caso de eventos interessantes, é sempre bom anotar em um diário, para consultar depois e encontrar padrões.
domingo, 10 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Lunário Perpétuo
O Lúnario Perpetuo foi um dos livros mais lidos no nordeste, foi publicado como uma espécie de almanaque por 200 anos. Mas história desse almanaque começa no século XVI, seu autor, Geronimo Cortes da cidade Valência na Espanha, que era astrólogo, matemático e escritor de diversos títulos.
Algum tempo mais tarde o livro passou por uma revisão pela inquisição.
Foi próximo de 1703 que Antônio da Silva e Brito traduziu o livro para o português e se tornou um dos livros mais lidos no sertão brasileiro por muitos anos, obviamente conforme os anos eram acrescentadas e retiradas partes do livro. Também foram feitas traduções do mesmo para o Espanhol e Francês. Atualmente esse livro é uma raridade.
Segundos registros sobre as versão em nossa língua, nele, as pessoas encontravam as informações mais diferentes como horóscopos, astrologia, remédios populares, fazes da lua, doutrina cristã, conselhos veterinários, nomes de estrelas, biografia de papas, ladainhas fúnebres, rudimentos de física, química, dicas culinárias, feitiços e muito mais.
A edição espanhola de 1864 a única que eu pude consultar começa falando sobre os dias, semanas, meses, fases da lua e anos. O livro se dedica muito a astrologia, fala de cada signo, atribui os meses e dias das semanas para cada planeta e em qual planeta cada signo entra em exaltação e detrimento.
O livro também de dedica a cada mês e estação do ano, falando o que deve plantar em determinadas épocas.
Já a edição em nossa língua possuía desde receitas para curar doenças simples até receitas de feitiços para ter o amor de outras pessoas como essa:
"Leva-se um coração de boi, inteiro e cru, até o cruzeiro das almas de um cemitério. Ao cair da noite, o coração deve ser envolto em pano virgem e enterrado ao lado de alguma tumba próxima ao cruzeiro. Após o terceiro dia, o coração deve ser desenterrado; logo após deve-se pronunciar três vezes a seguinte frase: - O coração de fulano (nome da pessoa) será eternamente meu, como este coração de boi será agora. Feito isso, o coração deve ser inteiramente comido, da forma como estava ao ser desenterrado. É a garantia do amor eterno."
Algum tempo mais tarde o livro passou por uma revisão pela inquisição.
Foi próximo de 1703 que Antônio da Silva e Brito traduziu o livro para o português e se tornou um dos livros mais lidos no sertão brasileiro por muitos anos, obviamente conforme os anos eram acrescentadas e retiradas partes do livro. Também foram feitas traduções do mesmo para o Espanhol e Francês. Atualmente esse livro é uma raridade.
Segundos registros sobre as versão em nossa língua, nele, as pessoas encontravam as informações mais diferentes como horóscopos, astrologia, remédios populares, fazes da lua, doutrina cristã, conselhos veterinários, nomes de estrelas, biografia de papas, ladainhas fúnebres, rudimentos de física, química, dicas culinárias, feitiços e muito mais.
A edição espanhola de 1864 a única que eu pude consultar começa falando sobre os dias, semanas, meses, fases da lua e anos. O livro se dedica muito a astrologia, fala de cada signo, atribui os meses e dias das semanas para cada planeta e em qual planeta cada signo entra em exaltação e detrimento.
O livro também de dedica a cada mês e estação do ano, falando o que deve plantar em determinadas épocas.
| Imagem da edição em espanhol de 1887 |
"Leva-se um coração de boi, inteiro e cru, até o cruzeiro das almas de um cemitério. Ao cair da noite, o coração deve ser envolto em pano virgem e enterrado ao lado de alguma tumba próxima ao cruzeiro. Após o terceiro dia, o coração deve ser desenterrado; logo após deve-se pronunciar três vezes a seguinte frase: - O coração de fulano (nome da pessoa) será eternamente meu, como este coração de boi será agora. Feito isso, o coração deve ser inteiramente comido, da forma como estava ao ser desenterrado. É a garantia do amor eterno."
domingo, 26 de abril de 2015
Jacques Auguste Simon Collin de Plancy
Sobre seres, personagens, livros, sobre coisas e fatos sobre espíritos, demônios, feiticeiros, o comércio do inferno, as divinações, as maldições, a cabala e outras ciências ocultas, os prodígios e os impostores, as diversas superstições e previsões, os fatos atuais do espiritismo, e geralmente sobre todas as falsas crenças, maravilhosas, surpreendentes, misteriosas e sobrenaturais.
Foram feitas 6 edições desse livro, cada edição foi ficando maior, com mais ilustrações e detalhes,
Jacques viveu boa parte de sua vida como pensador liberal mas em 1841, ele se converteu fervosamente ao catolicismo, ao ponto de seus novos livros começarem a passar antes por uma revisão episcopal. As outras edições do Dictionnaire Infernal também foram atingidas por isso, porém sem grandes perdas, embora um dos foco do livro tenha sido sempre desmistificar todo de tipo de coisa falsa e o dogmatismo, a conversão de Jacques não atrapalhou na qualidade do seu livro embora sempre desse razão para o catolicismo.
Indiretamente ele também fez algumas contribuições aos ocultistas, além de informações que até hoje são encontradas apenas no Dictionnaire Infernal, algumas ilustrações dos daemons feitas por Louis Breton para o seu livro foram usadas na tradução clássica de Macgregor Mathers - "The Goétia - The Lesser Key of sSolomon the King".
domingo, 19 de abril de 2015
Pazuzu
Pazuzu é retratado em suas imagens como uma criatura com 4 asas mostrando sua relação com os ventos, cabeça tem a forma humana, mas olhos grandes e nariz e boca de animais, as mãos parecem garras, nas suas imagens é representada com uma levantada e outra abaixada e cauda de escorpião.
Eu sou Pazuzu, filho de Hanpa. O rei dos maus espíritos do ar que sai violentamente das furiosas montanhas, sou eu! - Inscrição nas costas de uma das estátuas de Pazuzu
Apesar de ter o título de rei dos demônios do vento ou rei dos espíritos maus do vento, podemos ver que, Pazuzu tanto fazia mal como bem, É possível saber muitas informações sobre ele, graças a inscrições que eram encontradas junto de objetos relacionados a ele, como placas, estátuas e amuletos.
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| Pingente de Pazuzu |
Um texto interessante encontrado na Assíria, ensina um ritual para curar um enfermo que consistia em pegar poeira do pó do templo de Marduk, pó de restos de alguma adoração/oferenda, pó da porta da casa de um homem saudável, pó da porta de um atelier/oficina, pó da porta de um homem morto, pó de uma sepultura, pó de encruzilhada e pó de 7 estradas. Após ter tudo, se misturava com água do reservatório do templo de Marduk e se fazia um busto de Pazuzu. O busto devia ser levado ao enfermo, após ele segurar o busto em suas mãos ou ele ser colocado sobre sua cabeça, o mal que o atingiu se afastaria e ele passaria a melhorar.
domingo, 12 de abril de 2015
Árvore da Vida de Skyrim
A mitologia de Elder Scrolls é vasta, as próprias divindades como em outras mitologias mudam de acordo com o tempo, os próprios livros do jogo algumas vezes trazem informações diferentes, o que acaba por chegar bem perto das mitologias reais.
A ideia de fazer árvore vida com das 9 divindades de Skyrim é bem antiga, eu tentei algumas vezes, porém, parei no meio do caminho pela dificuldade. Semana passada eu retornei com o projeto, no esforço percebi meu erro no passado, nenhuma divindade, seja de qual mitologia for, não necessita se encaixar necessariamente em apenas uma esfera.
Akatosh foi colocado em Hochma pois ele foi o primeiro deus a se manifestar, é dito que após ele foi mais simples outras divindades surgirem. Alguns títulos da esfera como "Pai Supremo"ou "Pai Superior" se encaixam bem nele. Umas das imagens de Hochma é um homem barbado, assim como sua estátua.
Mara esta em Binah como um par de Akatosh enquanto ele é o grande rei, ela é a grande rainha, é dito que ela é a parte feminina do cosmos, na mitologia do jogo alguns acreditam que Mara pode ter sido esposa de Akatosh e mãe de Arkay. Por coincidência um dos títulos da esfera é "Mãe Marah".
Daath, o abismo é o desafio que deve ser superado, Alduin, destruidor de mundos.
Chesed recebe o título de misericórdia, tem como arquétipo um rei justo e bondoso, Stendarr é claramente uma das faces de Chesed, representa e serve de inspiração para os reis e governantes em relação a justiça e misericórdia. O planeta Júpiter é a abundancia, o seu símbolo é a cornucópia o chifre da abundância, o chifre também é o de Stendarr.
Arkay foi um dos mais complicados, praticamente não tem atributos marcianos, porém seus seguidores sim, são guerreiros combatentes da necromancia. esse é um exemplo da destruição "positiva" o trabalho que Geburah faz. O amuleto de Arkay é vermelho sangue, a cor da esfera.
Talos se encaixa em Tipheret, a esfera dos deuses que vivem com os mortais e dos grandes heróis solares, o mesmo planeta. O nome Talos, vem da mitologia cretense e quer dizer Sol, assim como o planeta zodiacal da esfera.
Dibella é a deusa do amor e beleza em seus diversos aspectos inclusive artística. Mantendo semelhança com deusas como Vênus e Afrodite. Uma das imagens da esfera é uma bela mulher nua, o que aparece nas estátuas de Dibella. Luxúria é o vício da esfera.
Tanto como Zenithar como Julianos pode ser relacionados a Hod, enquanto Zenithar tem a ver com o comércio e comunicação como o famoso Hermes/Mercúrio e com seus seguidores pregando a honestidade, o oposto do vício ligado a esfera. E Julianos representa a parte lógica e racional da esfera, deus da razão e sabedoria.
Pode-se dizer que Kynareth é a deusa do plano espiritual, que é chamado de "céu", ela é a mais forte entre os espíritos de lá, rege as criaturas invisíveis. É dito que ela cedeu um espaço do seu reino para que fosse criado o plano dos mortais, reforçando pela relação de proximidade de Lua e Terra.
Malkuth, esfera chamada de Reino, o plano terrestre, material, também simbolizado pelo dragão que é a junção dos 4 elementos.
Ps: Como tudo é fractal é normal algumas divindades terem atributos de mais de uma esfera.
Arkay é senhor da vida e da morte, tem um aspecto saturniano, poderia estar em Binah, alguns dizem que Arkay é filho de Mara, portando ficou em Geburah localizado junto dela na esfera da severidade.
Apenas Zenithar aparece na imagem da árvore em Hod, o motivo é apenas falta de espaço para colocar Julianos junto.
A ideia de fazer árvore vida com das 9 divindades de Skyrim é bem antiga, eu tentei algumas vezes, porém, parei no meio do caminho pela dificuldade. Semana passada eu retornei com o projeto, no esforço percebi meu erro no passado, nenhuma divindade, seja de qual mitologia for, não necessita se encaixar necessariamente em apenas uma esfera.
Hochma (Sabedoria) - Esfera do Zodíaco - Akathosh, o deus Dragão
Binah (Entendimento) - Esfera de Saturno - Mara
Daath (Conhecimento) - Alduin
Chesed (Misericórdia) - Esfera de Júpiter - Stendarr
Geburah (Severidade) - Esfera de Marte - Arkay
Tiferet (Beleza) - Esfera do Sol - Talos/Tiber Septim
Netzach (Vitória) - Esfera de Vênus - Dibella
Hod (Glória) - Esfera de Mercúrio - Zenithar e Julianos
Yesod (Fundamento) - Esfera da Lua - Kynareth
Malkuth (Reino) - Esfera dos Elementos - Skyrim
Pilar da Severidade (Esquerdo): Mara, Arkay e Zenithar
Pilar do Centro: Kether (Branco), Alduin, Talos, Kynareth e Skyrim
Pilar da Misericórdia (Direito): Akatosh, Stendar e Dibella
Arkay é senhor da vida e da morte, tem um aspecto saturniano, poderia estar em Binah, alguns dizem que Arkay é filho de Mara, portando ficou em Geburah localizado junto dela na esfera da severidade.
Talos pode muito bem se encaixar em Geburah ele foi um grande guerreiro, até o amuleto dele é marciano, um machado e assim como a espada, da qual ele é retratado em suas estátuas. O Dragonborn pode se encaixar em Tipheret.
domingo, 5 de abril de 2015
Eu Tenho Uma Pergunta
Muitas vezes as pessoas procuram o blog para tirar dúvidas, algumas perguntas são comuns e outras nem tanto.
Para as dúvidas existe a página de contato, a pessoa escreve a dúvida e dependendo da minha capacidade eu respondo a pergunta, geralmente leva no máximo uma semana.
Outras vezes as dúvidas vem nos comentários de artigos sobre o mesmo assunto.
Mas resolvi fazer algo diferente, vou deixar esse post para as pessoas colocarem suas dúvidas, se eu conseguir eu respondo.
Mas antes de fazer a pergunta, passe ela por 2 critérios:
1) A questão tem a ver com a temática do blog?
Aqui não se fala de amarração, satanismo, pactos com o Tinhoso e outras coisas, então não adianta perguntar coisas sobre esses assunto.
2) Procurem antes na caixa de pesquisa para ver se existe algum artigo sobre a sua dúvida.
Para as dúvidas existe a página de contato, a pessoa escreve a dúvida e dependendo da minha capacidade eu respondo a pergunta, geralmente leva no máximo uma semana.
Outras vezes as dúvidas vem nos comentários de artigos sobre o mesmo assunto.
Mas resolvi fazer algo diferente, vou deixar esse post para as pessoas colocarem suas dúvidas, se eu conseguir eu respondo.
Mas antes de fazer a pergunta, passe ela por 2 critérios:
1) A questão tem a ver com a temática do blog?
Aqui não se fala de amarração, satanismo, pactos com o Tinhoso e outras coisas, então não adianta perguntar coisas sobre esses assunto.
2) Procurem antes na caixa de pesquisa para ver se existe algum artigo sobre a sua dúvida.
domingo, 29 de março de 2015
Defumação
Prática milenar, a defumação aparece em diversas religiões, rituais e culturas. A defumação consiste em utilizar a fumaça de folhas, cascas, raízes, madeiras ou resinas e podem ser usadas inteiras, em pedaços ou em pó.
A defumação é geralmente usada para limpar ambientes, diferente de um banimento, a defumação além de limpar também deixa a energia da planta que foi usada.
Para fazer uma defumação, antes de mais nada você precisa de algo para colocar as plantas, o mais indicado é o turíbulo, pois facilita muito se você for defumar a casa pois com ele você pode se movimentar com facilidade, mas nada impede que seja outro objeto, já vi até uma pessoa colocando alfazema em uma concha grande, queimando com um isqueiro de maçarico e espalhando a fumaça com um leque.
Lojas de artigos religiosos geralmente tem as ervas já prontas para esse tipo de trabalho, secas e trituradas, hoje em dia você pode comprar até na internet, mas obviamente se você tiver tempo para cultivar, colher faça você mesmo.
Eu pessoalmente não sou especialista em ervas mas recomendado defumação com Alfazema, Alecrim, Arruda e Manjericão.
Quando for começar uma defumação na sua casa, você deve seguir o esquema de "dentro pra fora", ou seja deixe por último o cômodo que tem a porta para fora da casa deve ser o último. Assim você consegue expulsar formas energéticas mais densas que a defumação não deu conta de desfazer.
A defumação tem que ser caprichada nos cômodos onde as pessoas dormem ou ficam mais tempo.
Sempre faça a defumação com a intenção de purificar e harmonizar a casa, use visualização para ajudar. Essa é uma prática que pode ser feita mensalmente e dependendo do lugar semanalmente, mais que isso não é necessário.
A defumação é geralmente usada para limpar ambientes, diferente de um banimento, a defumação além de limpar também deixa a energia da planta que foi usada.
Para fazer uma defumação, antes de mais nada você precisa de algo para colocar as plantas, o mais indicado é o turíbulo, pois facilita muito se você for defumar a casa pois com ele você pode se movimentar com facilidade, mas nada impede que seja outro objeto, já vi até uma pessoa colocando alfazema em uma concha grande, queimando com um isqueiro de maçarico e espalhando a fumaça com um leque.
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| Turíbulo |
Eu pessoalmente não sou especialista em ervas mas recomendado defumação com Alfazema, Alecrim, Arruda e Manjericão.
Quando for começar uma defumação na sua casa, você deve seguir o esquema de "dentro pra fora", ou seja deixe por último o cômodo que tem a porta para fora da casa deve ser o último. Assim você consegue expulsar formas energéticas mais densas que a defumação não deu conta de desfazer.
A defumação tem que ser caprichada nos cômodos onde as pessoas dormem ou ficam mais tempo.
Sempre faça a defumação com a intenção de purificar e harmonizar a casa, use visualização para ajudar. Essa é uma prática que pode ser feita mensalmente e dependendo do lugar semanalmente, mais que isso não é necessário.
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